«Quem é este?» (Mc 4:40)… Foi o que disseram os discípulos de Jesus. Eles ainda não sabiam com quem estavam, apesar de chamá-lo de Mestre.
Isso é o que eu teria dito em algum outro momento da minha vida.
Atualmente, minha fé pode ser pequena, mas o suficiente para reconhecer que Jesus não era – e não é – qualquer mestre. Reconheço que ele está presente na minha vida e embora eu não esteja totalmente ciente disso, em momentos pontuais, eventos específicos, estou mais ciente de sua presença.

Tenho momentos de covardia, de medo; momentos em que tenho mais dificuldade em encontrar a sua presença, mas mesmo que não o sinta, sei que está.
Lembro-me de outros em que o senti com mais facilidade e que me incentivam nos momentos de fragilidade.
Mestre, quero ir com você para a outra margem, sabendo que haverá fortes furacões no caminho, mas também momentos de grande calmaria. Sua palavra vai silenciar meus medos. Sua presença – mesmo que esteja dormindo – atrás, vai me empurrar para continuar seu caminho com os outros.
