
«Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo.»
(Jo 6,51)

«Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo.»
(Jo 6,51)

«Há um próximo, imagem e templo de Deus: adore-o, sirva-o, respeite-o, seja paciente com ele.»
(Beata Maria Laura, Filha da Cruz)

O escriba respondeu:
«Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste: ele é o único Deus e não existe outro além dele. Amá-lo de todo o coração, de toda a mente e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios».
(Mc 12,32-33)

«Eis que eu estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo». (Mt 28, 20)

«Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade».
(Jo 16, 12-13)

No sexto domingo da Páscoa, não há diálogo; somente Jesus nos fala. E o faz com aquele amor insistente por ele, querendo compartilhá-lo conosco, porque o verdadeiro amor não é «obedecido», mas vem de dentro, de senti-lo, de vivê-lo. O amor não é imposto, mas é sentido. Esse sentimento molda nossa atitude para conosco e para com os outros.
Tanto no início quanto no fim, ele nos fala sobre esse tema, e no meio, nos acalma lembrando-nos de que não nos deixará órfãos, não estaremos sozinhos, porque ele nos deixa o Espírito da verdade. Ele segui vivo!
Como ele compreende o nosso medo! Nossos momentos de fraqueza, de fragilidade, de desolação…!
Obrigada, Senhor, por querer compartilhar o teu amor e a tua força conosco; por permanecer conosco através da presença do Espírito que nos acompanha, nos inspira e nos encoraja a cada dia.

Uma das passagens do Evangelho de hoje é: «Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor», (João 15:9).
Às vezes, sou tentada a dizer que já conhecemos essa passagem, pois até a repetimos muitas vezes em canções. Mas… será que a vivemos?
Infelizmente, as notícias que ouvimos falam de violência extrema, como a guerra. Isso me leva a um sentimento de tristeza e impotência, incapaz de fazer qualquer coisa para impedir esse sofrimento sem sentido.
Isso me leva à conclusão de que não é errado lembrar essas passagens, não apenas memorizá-las, mas vivê-las com as pessoas ao meu redor.
É verdade que isso não resolverá muitas dessas situações, mas transmitirá o oposto, pois onde o verdadeiro amor é vivido, não há violência.
Obrigada, Senhor, por insistir em nos lembrar o seu Evangelho do Amor.

«Em verdade, em verdade vos digo: o servo não está acima do seu senhor, nem o mensageiro acima daquele que o enviou.
Se sabeis isto, e o puserdes em prática, sereis felizes.»
(Jo 13, 16-17)

«As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais se perderão. Ninguém vai arrancá-las de minha mão.»
(Jo 10,27-28)

Jesus é a luz do mundo. Ele entrou na glória do Pai pela Cruz.
Nesta luz, nós reconhecemos o chamado para seguí-lo e escolhemos o Instituto das Filhas da Cruz para realizar em plenitude a nossa vocação batismal, em comunidade e na Igreja.
(E. V. 1)
Espaço da comunidade FEBIC da América Latina e do Caribe