Como Marta e Maria reagem de forma diferente ao encontro com Jesus!
Marta me lembra daquele ativismo desesperado, muitas vezes justificado por certas obrigações e/ou necessidades dos outros. Sem negar que seja bom, esquecemos os nossos limites, querendo abarcar o inabarcável na nossa realidade atual. Isso, em última análise, nos leva a uma inquietação interior e até mesmo a um desespero que afeta os nossos relacionamentos com os outros.
Se reflete no pedido que ela fez a Jesus: em vez de perguntar o que Ele faria naquela situação, ela pede que Ele ordene à sua irmã que a ajude. Além disso, se Maria tivesse ido onde está Marta, não teria deixado Jesus praticamente sozinho?
Em vez disso, a resposta dele é que Maria escolheu a melhor parte; não a única. E se nos nutrirmos desse encontro com Jesus, Ele nos ajudará a viver nossos compromissos com mais serenidade e a aprender a pedir ajuda, a consultar, a questionar nos momentos difíceis, mas não a impor.
Senhor, nutre-me todos os dias no meu encontro contigo, para que eu saiba agir com serenidade nos meus compromissos diários.










