Durante o Advento, a leitura do Evangelho é frequentemente repetida. Se pararmos para pensar, temos lido esta passagem há poucos dias.
Creio que esta repetição é importante e, para mim, neste momento, trata-se da frase: «Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho,e lhe darão o nome de Emanuel,que quer dizer: Deus conosco» (Mt 1, 23).

Em outras palavras, com esse nome, Deus insiste que Ele está conosco; Ele não nos abandona. O problema é que queremos vê-Lo em Algo ou Alguém sobrenatural, «onipotente», e não sei se se pode sequer dizer: em algo «óbvio», algo que torne a Sua presença evidente. No entanto, Ele se aproxima de nós em uma criança recém-nascida, indefesa, dependente; em alguém tão «comum» que é difícil reconhecê-Lo.
Às vezes, não só durante este período litúrgico, me pergunto onde, quando e como Ele se fez presente para mim em um determinado dia ou evento, pois Ele continua a fazendo parte da minha história, da nossa história.
Obrigada, Senhor, por se aproximar de nós… por estar conosco.









