Sabemos a importância do sal e da luz, mas ultimamente tenho me concentrado no detalhe de garantir que esteja equilibrado.
Se tiver pouco sal quase não se nota, falta e em excesso estraga a comida além de aumentar a pressão e prejudicar a saúde.
Se a luz for pouca, dificilmente ilumina e se for demais, ofusca.

Não quero e nem devo esconder aquela luz que tenho e que ilumina o meu caminho, como diz Mt 5,15: «Nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa.»
A minha pergunta é o que devo fazer para ser sal e luz, para salgar e iluminar aqueles que me rodeiam da forma mais equilibrada possível – não ouso dizer completamente equilibrada – para iluminar e viver boas obras, e assim dar glória ao Pai.
Que boas obras eu faço? De quais boas obras eu participo? Como vivo esse compromisso? Desde onde eu vivo isso?
Como interajo com as pessoas no dia a dia? De onde eu olho a gente? Tenho a reação de boas-vindas “automática”?
Senhor, peço-te a graça de ser sal e luz, da melhor maneira possível, com as pessoas com quem convivo, com quem trabalho, com quem colaboro… com as pessoas que encontro no meu dia a dia.





