Às vezes na vida surgem situações difíceis que são –ou nos parecem– eternas, sem solução. Eles não precisam ser apenas por causa de uma doença. Podem ser motivos muito diversos que, se percebermos, nos «desequilibram».
Dependendo da causa e/ou do momento, posso ir diretamente a Jesus, como fez a mulher hemorrágica, para estar com ele, rompendo as barreiras que a sociedade ou eu mesma tenho criado. Quero «tocá-lo» apesar de ser eu «impura», quero estar perto dele, sem necessidade de dialogar… embora ele possa vir inesperadamente.

Outras vezes sinto-me paralisada, bloqueada, como a menina de doze anos. E mais do que um «contato», preciso de um diálogo, de ouvir palavras que me movam e me elevem. Felizmente, existem mediadores que podem desempenhar essa função. Há gente que me ajuda a me desbloquear, tendo então aquele diálogo que me leva a sair da cama e me movimentar, a me alimentar para continuar meu caminho.
Nestas duas situações há uma coisa em comum: a fé. Ela faz vivenciar as dificuldades de certos dias, com um pouco de esperança.
Obrigada, Senhor, por estar sempre presente em minha vida, principalmente nas dificuldades. Obrigada pelo dom da fé, que me ajuda a viver a realidade com esperança.

