Às vezes me sinto identificada com os discípulos, em situações em que me «fecho» por medo do que vão dizer, do que vão pensar… e tantos outras questões que reconheço não têm sentido, porque a única coisa que consigo é me prejudicar, me paralisar, não me realizar como pessoa, como mulher, como cristã.
Acontece também que Jesus quer romper as fronteiras, e quer continuar entrando na minha vida de jeitos diferentes, que eu não posso -e não quero- evitar, embora geralmente seja quando é mais difícil reconhecê-lo. Mas no final, quando estou ciente desse encontro, sinto a sua paz e me leva a sair, o que é o contrário de me fechar; ser livre, viver o projeto que escolhi, meu compromisso cristão; viver este envio do meu ser lá, onde eu esteja, onde estou.
No final, é Ele quem vence. E no meio dos momentos de desânimo, de dúvidas… apesar de todo, uno-me às palavras de Tomás: «Meu Senhor e Meu Deus!» (Jo 20, 28)

