Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior. (Mc 9, 34)
Sim, calaram-se… porque sabiam que esse pensamento não era adequado, que Jesus não quer poder, mas serviço, não quer patrões imponentes, mas animadores-servos. Jesus nos revela que autoridade é serviço e que o serviço é a sinal de amor.
Como exemplo de serviço, pegou uma criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a disse-lhes de acolhê-lo.
Sei que naquela época e cultura, as crianças não valiam nada, até os doze anos não eram levadas em consideração. Mas hoje não me concentrei nisso, mas na realidade atual chegou até mim, o que muita gente experimenta.

Vem-me a imagem da criança que atrai as pessoas com o seu olhar, com a sua espontaneidade… e apesar de não conhecê-la, quase todos queremos cumprimentá-lo. Com nossos olhos, frequentemente nos comunicamos com ela. Não há problemas de idioma. Seu sorriso ou sua tristeza nos deixam felizes ou tristes.
Ao mesmo tempo, é limitada, ainda depende das pessoas para crescer fisicamente e em sabedoria, para crescer em todos os seus sentidos. Esses primeiros anos vão marcar muito o seu futuro.
Quando vemos uma criança indefesa, nosso coração tem compaixão, queremos ajudá-la, queremos servi-la. As crianças tocam o nosso coração e estes sentimentos têm que nos levar a acolhê-las, a partilhar carinho com elas, a ajudá-las nas suas necessidades a partir das nossas possibilidades.
Senhor, ajude-me a evitar esses pensamentos de poder quando eles vierem a mim e aumentar o serviço do amor.








