
Agora -diz o Senhor-, voltai para mim com todo o coração,
pois sou misericordioso e compassivo.
(Cf. Jl 2,12-13)

Agora -diz o Senhor-, voltai para mim com todo o coração,
pois sou misericordioso e compassivo.
(Cf. Jl 2,12-13)
Jesus: «Depois disso, sentiu fome.»
Essa breve frase me faz pensar em duas coisas.

Primeiro, interpreto essa fome não apenas em termos de comida. As tentações mencionadas não se referem apenas a satisfazer o estômago; elas também falam de poder. Nós podemos cair na «tentação» – como seres humanos – de negar que sucumbimos a esse desejo, porque é impossível para nós, porque nunca alcançaremos posições de destaque no trabalho ou em onde nós moramos. Mas que tipo de «poder» é alcançável para nós, para mim? Será que o usamos de forma apropriada?
Ao mesmo tempo, a humanidade de Jesus se revela nessa fome; ele sentiu o que todos nós sentimos. E isso me faz sentir compreendido. Ele sabe que não somos perfeitos e nos encoraja a levantar sempre que tropeçamos e caímos, porque ele nos compreende.
Senhor, ajuda-nos a reconhecer nossa fragilidade humana, não a vivê-la como um fardo, mas com humildade e acolhida da tua compreensão e misericórdia.
A Quaresma é o tempo em que a Igreja, com solicitude maternal, nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida, para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano.
(Mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma 2026)


«Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: reconciliai-vos com Deus.»
(2 Cor 5, 20)
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