Frase para orar

Eu me levanto e ergo minha cabeça

Senhor,
às vezes a tristeza me invade,
diante da monotonia de um povo que não avança,
que não melhora ou pelo menos não é palpável…
Mas eu me levanto e ergo minha cabeça
porque você me ensina a ver o progresso
na vida cotidiana,
nos sorrisos das pessoas
pela visita, pela escuta,
pela comida, pelas roupas…
pela recepção feita.

Às vezes a angústia me invade
nas situações de dor, sofrimento…
Mas eu me levanto e ergo minha cabeça
com a perspectiva que você me dá
de ser apenas um tempo,
de me dar a habilidade de enfrentar o momento.

Às vezes o cansaço me invade
não só físico, mas também mental…
Mas eu me levanto e ergo minha cabeça
com sua compreensão, sua acolhida, suas palavras:
«Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados,
e eu darei descanso a vocês.»

Às vezes tenho dificuldade
ou não consigo levantar e erguer a cabeça…
Mas eu sei que você vai colocar alguém no meu caminho
que vai me ajudar a levantar aos poucos
e erguer minha cabeça com a esperança
que me ajuda a ver pequenos sinais de liberação.

Frase para orar

Eu gosto do teu Reino

Jesus, gosto do teu Reino.
Um reino que não é de poder,
mas de serviço.
Que a ferramenta não é violência,
mas o amor.
Que não é imposto,
mas escolhido,
que fazemos parte dele com liberdade.

Eu gosto do teu Reino,
em que recebes a todos:
saudável, doente, deficiente…;
pequeno, médio, grande…
de todas as idades;
de qualquer raça;
de qualquer país…

Não colocas nenhum rótulo em nós
como nós fazemos.
Não coloca nenhum tipo de fronteira ou obstáculo,
mas portas abertas,
força, impulso para seguir teus passos.

Eu gosto do teu Reino,
que quebra todos os nossos esquemas…
Que sua coroa acabou sendo de espinhos
e seu trono, a Cruz…
Mas Tu ainda estás vivo em nós,
ainda es nosso Rei, nossa Luz.

Frase para orar, Reflexão

O encontro da figueira

Acho bom lembrar o exemplo de Zaqueu em tempos de crise, de sentir um peso enorme pelo meu jeito de ser, de ver quase só o meu lado negativo.

E é que ele, apesar da barreira social que tinha pelo seu trabalho e da barreira física pela sua baixa estatura, «subiu numa figueira para ver Jesus, que devia passar por ali» (Lc 19,4). Ele não se deixou dominar pelo negativo, mas buscou algo que lhe desse a possibilidade de ver Jesus.

Não diz quanto tempo ele teve de esperar lá para vê-lo. Pode ser um pouco ou muito, dependendo do que você considera um valor ou outro. Além disso, às vezes não é o que é, mas o que parece, por exatamente cinco minutos, pode se tornar eterno.

O que fica claro é que Zaqueu teve paciência de esperá-lo na figueira. E para mim essa é a chave.

Em meio a esses momentos de desolação, onde me sinto longe dEle -embora não seja verdade, porque Ele nunca nos abandona-, posso colocar os meios para poder vê-Lo, na capela, na paróquia, no lugar que me ajuda a encontrá-lo, sabendo que terei que esperar muito tempo, que demorará muito – porque diante das dificuldades parece que tudo vai mais devagar -, mas com a esperança de «vê-lo de perto» em algum momento, de sentir que ele levanta os olhos para me olhar e me ligar. Viver o presente com a esperança de um encontro simples com ele, que me encoraje a segui-lo e a levantar-me para continuar a dar passos, para continuar a «crescer».

Posso subir no ramo de uma figueira ou em outra árvore ou arbusto. E se por acaso for alto, sei que terei a ajuda de quem o fizer.

Reconheço que já subi várias vezes e terei que continuar subindo, como ser humano. Mas também sei que Ele continua a acontecer e a estar em minha vida. O que tenho que fazer é arranjar meios para me ajudar a vê-lo no meu caminho e a ouvir com mais clareza: «desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa».

Obrigada, Senhor, pelos encontros vividos depois dos momentos difíceis; pelos momentos que pude te ouvir mais claramente da figueira e eles vieram transformar minha vida aos poucos.

Frase para orar, Reflexão

Tua Palavra

O Evangelho de hoje já nos fala sobre o fim da nossa vida na terra, que, além disso, com o descaso que temos com ela, e que quem governa não tem capacidade de se comprometer a ter mais cuidado com a nossa terra, eu acredito que vamos acabar com ela antes do previsto.

Ao escrever a palavra «previsto», vieram-nos à mente as diferentes datas possíveis do fim do mundo que de vez em quando surgem e que falavam especialmente desse assunto quando chegou o novo milénio. No entanto, continuamos vivendo. A verdade é que nem mesmo Jesus sabia, como diz em Mc 13, 32: «Quanto àquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai».

De qualquer forma, a frase que mais me toca por dentro é: «O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão».

É claro que suas palavras não passaram em vão, quando as lemos com certa freqüência, rezamos, refletimos sobre elas… Elas nos tocaram de tal maneira que não passaram, mas penetraram, que elas se tornaram uma grande parte do «nosso alimento», da nossa energia que nos move a viver de uma maneira específica.

A verdade é que se passaram dois mil anos e continuamos nos encontrando em seu nome.

Lembro-me de quando estive no Brasil, como em muitas celebrações, quando ia começar a Liturgia da Palavra, o momento das leituras, levavam a Palavra para o altar cantando e dançando, destacando assim a sua importância na Eucaristia como o fonte e culminância de toda a vida cristã (LG 11).

Então, cada pessoa tem suas frases favoritas; frases que mais nos tocaram em um determinado momento ou que são uma referência ao longo de nossas vidas.

Expressando-me como Salomé Arricibita na sua canção «Tua Palavra», o meu desejo é continuar a semeá-la em cada pessoa, em mim, como a chuva que penetra e faz germinar, despertando e germinando uma vida que a vive, que vive a Palavra.

Mas também gosto muito do canto do P. Zé Vicente e muito mas com o jeito que tenho dito, com a dança.

Reflexão

Orar sempre

Peço desculpas antecipadamente por não ter prestado atenção à parábola da viúva insistente ou do juiz – dependendo de onde você olhe -. Mas quando eu orava, concentrei-me apenas no que Jesus queria alcançar com aquela parábola, ou seja, «mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir» (Lc 18,1).

Costumo dizer que a coisa mais complicada em tudo o que é feito, por mais simples que seja, é a perseverança. E Ele diz para «rezar sempre».

Há dias em que, por diferentes motivos, é mais difícil para mim orar do que encontrar uma desculpa para não o fazer. Mas reconheço que é bom orar sempre, mesmo que nesses momentos não acredite, não sinta.

Rezar os dias bons, com coragem, com o sorriso sincero refletido no rosto… e os dias ruins, que você queira acabar logo para que possa recuperar a alegria de cada dia em algum momento.

Orar pedindo… força, energia, serenidade… e tudo o que Ele sabe que preciso sem que lhe diga. E orar agradecendo também o que vivi, o que recebi, o que senti, que até me ajuda a ter mais consciência do que é positivo neste mundo onde a maior parte das notícias que circulam são negativas.

Orar falando quando sinto a necessidade de expressar algo, bom ou ruim, com alegria ou tristeza, com certeza ou dúvida… E orar ouvindo sua Palavra, acontecimentos, frases que me tocam, que me questionam e que sinto que Ele pode me falar por esse meio.

Orar tentando criar um clima de silêncio não apenas fora, mas também dentro de mim. Um silêncio que me torna mais consciente da sua presença, do encontro com Ele, do tempo dedicado Àquele que dá sentido à minha vida. E rezar também com ruído, não só exterior, mas também interior, que é o que mais me incomoda e dificulta ouvi-Lo. Esse ruído interior, esses pensamentos contínuos por motivos diversos que me desviam da oração.

Obrigada, Senhor, por me motivar a orar.

Obrigada por essas orações que se tornam eternas,
tenho dificuldade em me centrar e por isso
eu não acho sentido,
não as vejo oportunas,
parecem uma perda de tempo para mim
neste mundo tão cronometrado.

Obrigada por essas orações
em que eu sei que Tu estás comigo,
mesmo se eu não te ver;
eu sei que Tu falas comigo,
mesmo se eu não te ouvir;
eu sei que Tu me tocas,
embora não seja por fora, mas sim por dentro.

Obrigada, também por esses encontros
intensos, inesquecíveis,
com alegria e força para continuar.
Encontros que me dão a certeza
de que Tu existes aqui,
Tú no estás longe,
mas conosco, comigo.

Obrigada por essas orações,
por esses encontros.

Frase para orar, Reflexão

Perder a vida

As imagens do dilúvio e da chuva de fogo e enxofre, algumas pessoas vêem como um castigo. Na verdade, eu as vejo como destruição, mas não como consequência do castigo.

A clave está em: «Quem procura ganhar a sua vida, vai perdê-la; e quem a perde, vai conservá-la.» (Lc 17, 33).

Se minha vida for centrada em mim mesma, se eu acabar sendo uma pessoa excessivamente egocêntrica, vou acabar vivendo todos os dias com uma obsessão egoísta, que me isola das pessoas, sempre vou me sentir insatisfeito… ninguém vai me castigar, mas eu vou me destruir. Querendo salvar a vida, vou perdê-la.

Por outro lado, se eu compartilhar minhas habilidades, meu tempo, meu carinho… se eu escutar as pessoas, se eu quiser continuar aprendendo com elas, se minha atitude for aberta… eu vou sentir confiança, amor que se multiplica , felicidade, satisfação. Vou continuar a crescer como pessoa. Perdendo minha vida pelos outros, eu a recuperarei.

Pessoas que morreram no dilúvio e na chuva de fogo e enxofre estavam «mortas» em sua vida sem sentido, na busca egocêntrica de um prazer – com seu amplo significado – que nunca é totalmente satisfatório. Essas pessoas eram pessoas fisicamente vivas, mas mortas por dentro.

Senhor, eu desejo perder minha vida…
toda vez que estou ouvindo as pessoas por um longo tempo,
que tem necessidade de falar, de se expressar,
sentir-se acolhido, respeitado, amado,
de contar tristezas e alegrias, angústias e esperanças…
e em alguns casos, de matar sua solidão.

Eu desejo perder minha vida…
estando com pessoas doentes e saudáveis,
com deficiência, quimicamente dependente,
do meu país e estrangeiro…
marginalizados, humilhados sem sentido,
pois, não há nada que justifique esse trato com os outros.

Eu desejo perder minha vida…
compartilhando as capacidades que você me deu,
não usá-los apenas para seu próprio benefício,
mas também para o benefício do povo
que por diferentes razões, cruzou na minha vida.

Eu desejo perder minha vida
contagiando teu amor para os outros.

Frase para orar, Reflexão

Entre vós

Os fariseus perguntaram a Jesus quando viria o Reino de Deus e Jesus lhes disse: «o Reino de Deus está entre vós» (Lc 17, 21). «Está», isto é, tempo presente; não vai chegar, mas já chegou e ficou conosco.

Outra coisa é que, sem pensar que é algo espetacular – porque pelo menos isso nunca me passou pela cabeça – não temos consciência dessa presença, não sabemos distinguir, sentir. Seria muito mais fácil se pudesse ser sentido com os nossos sentidos, embora às vezes até mesmo assim seja complicado. Por exemplo: uma simples fotografia, para algumas pessoas também pode ser a memória de um acontecimento importante, como um casamento.

Mas, voltando ao Reino de Deus, reconheço que não posso vê-lo com os sentidos, mas sim com aquele coração, com aquele sentimento que pode dar grande valor às coisas insignificantes. Estar ciente de que está entre nós, entre mim mesma me faz reconhecê-lo cada vez que vejo – mesmo com todos os meus sentidos – os gestos de amor na minha vida simples, sem nada de extraordinário. Além disso, faz minha vida focar em refleti-lo, portanto, que esse amor não é pontual, mas contínuo.

Como diz a canção de Pablo Martínez:

E se amarmos o Reino de Deus se torna maior.
E se amarmos o Reino em todos os lugares, ele se expandirá.
E se amamos o Reino de Deus, ele já está aqui.

Frase para orar, Reflexão

Gratidão pela verdadeira cura

Depois de ler o texto de Lc 17: 11-19, imagino o momento em que os dez leprosos vão até Jesus e lhe pedem que tenha compaixão deles. Sua resposta, à primeira vista, parece um pouco estranha para mim. Não sei se é correto dizer «frio», por não responder – como em outros momentos – que sua fé os salvou. Suas palavras eram uma ordem, embora, considerando as Leis, eles só pudessem e deveriam fazê-lo se fossem curados.

Na verdade, eles não foram curados instantaneamente, mas enquanto estavam a caminho. Ou seja, ousaram partir, apesar de não estarem «limpos»! Imagino que eles seriam movidos pela fé, pela confiança nessa «cura».

E um deles, o samaritano, o excluído, é aquele que, percebendo que estava curado, antes de chegar aos sacerdotes, volta a Jesus para lhe agradecer. Os outros nove pediram compaixão, mas não agradeceram.

Por que eles não ficaram gratos? Eles apenas tiveram fé e se lembraram dele porque lhes convinha libertar-se da exclusão e depois: «Se eu te vi, não me lembro»? Até que ponto eles viveram e estavam cientes de sua cura?

A verdadeira cura não é apenas física. Podemos estar muito bem fisicamente, mas não sabemos valorizar cada dia; não agradecer o acolhimento, o sorriso, a escuta, o encontro… Às vezes não valorizamos as coisas que vemos como necessárias e elementares, não tendo consciência ou lembrando que nem todos as têm… O reflexo da verdadeira cura do samaritano, é sua reação ao voltar para agradecê-lo, é estar ciente de que algo mudou nele. Para mim, é uma cura em sua totalidade, ou seja, não só física, mas também: em sua vida interior alegre e grata; em sua vida espiritual, tendo reconhecido com sua fé que Jesus o «curou»; em sua vida social, sendo capaz de se reintegrar com os outros.

Ao mesmo tempo, estou ciente de outros tipos de «doenças» que às vezes vivo, sempre que não sinto o fôlego necessário para caminhar no meu dia-a-dia ou às vezes que me isolo. E quando sinto aquele impulso que me encoraja de novo… eu agradeço?… Devo admitir que nem sempre faço isso.

Obrigada, Senhor, pelas vezes que você me ajuda
perceber que momentos em que estou «doente»,
que não estou «limpa» e preciso de Você.

Eu preciso do seu encorajamento
da força que sai de você
e me ajuda a viver cada dia,
espalhando seu amor para os outros.

Obrigada pelas vezes que você me escuta e me alimenta.
Pelos momentos em que você me integra na comunidade,
apesar de ter me isolado eu antes.
E… pelas muitas vezes que,
sem te perguntar, sem te dizer nada,
você tem compaixão de mim
e com sua palavra você me levanta.

Reflexão

O templo

Lembro-me que, há alguns anos, um menino disse que não gostou da reação com que Jesus expulsou do templo os vendedores e cambistas (Jo 2, 14-17), porque lhe parecia violento. Como ele pode fazer um chicote, e expulsar a gente do templo?

A verdade é que essa ferramenta me assusta; só de olhá-la, penso na dor. Mas a verdade é que ele não diz que bateu em alguém com o chicote, mas jogou, espalhou as moedas para os cambistas e jogou as mesas em cima deles. Além disso, tinha a particularidade de não jogar nada em quem vendia pombos, mas apenas dizer-lhes que levassem e não tornassem a casa do Pai em um mercado…

Diante dessa cena, duas palavras me vêm à mente: a humanidade e os pobres.

Humanidade, pela humanidade de Jesus. Ele tinha sentimentos como nós; sentimentos de alegria e tristeza, de coragem e medo, de serenidade e raiva… que para mim são sinais de humanidade. Nesse momento de raiva, quando viu um puro comércio no templo, ele expulsou os vendedores, mas não diz que os machucou mesmo que tivesse a ferramenta para isso. E da sua raiva, da sua humanidade, quis tirar o comércio e devolver o verdadeiro sentido do Templo, o lugar do encontro com Deus, reconhecendo que não é o único lugar, porque está também em cada pessoa, em cada um de nós. Como diz São Paulo: nós somos o Templo de Deus (1 Cor 3, 16).

E aí vem a segunda palavra, a do pobre porque, as pessoas que vendiam as oferendas a gente com dinheiro ou as que trocavam as moedas, ele reagiu de forma mais violenta. Mas aos que vendiam pombas, isto é, aos que vendiam o que os pobres ofereciam a Deus, de acordo com a Lei, ele não jogava nada neles, mas pedia que levassem embora para que não se transformasse em comércio. Para mim é um reflexo da prioridade que dá aos pobres, que também são um reflexo da injustiça, da desigualdade, do egoísmo…

A humanidade de Jesus também se reflete neste gesto em favor dos pobres.

Senhor, obrigada por sua humanidade, por seus sentimentos,
porque me ajuda a me sentir compreendida por você
em situações semelhantes, em situações de raiva.

Obrigada por dar preferência aos pobres,
os necessitados, os proscritos, os humilhados …
aquele que tem sede de justiça.

E obrigada por nos violentar por dentro,
por nos remover para não distorcer
a verdadeira função dos diferentes templos
onde você está presente.

Frase para orar, Reflexão

Aumente nossa fé

Hoje, a minha primeira frase foi: «Aumenta a nossa fé» (Lc 17, 5). Ou seja, tenho fé, mas também tenho dúvidas – como é normal – e gostaria de ter uma fé mais forte, uma fé que me dê segurança, principalmente quando vivo uma situação difícil. Na terça-feira da semana passada comemoramos o Dia de Finados e… quem não duvidou dessa outra fase da vida?

Quando me faço essa mesma pergunta, outra reflexão vem a mim e é que a fé, mesmo que pequena, pode me ajudar nos momentos de dor, incerteza, medo… A fé não evita a situação, mas me ajuda a viver de forma diferente. A dor pela morte de um ente querido também vivo com a esperança de que não tenha acabado aqui. O medo em diferentes situações vivo com o impulso de não me deixar vencer por ele, mesmo que tenha parado em algum momento, pois vivo-o desde o impulso do Espírito que me faz levantar e continuar o caminho que iniciei.

É verdade que nesses momentos difíceis, apesar de saber que a minha pouca fé me ajuda, sinto a necessidade de me associar à oração dos Apóstolos que dizem: Senhor, aumenta a minha fé.

Aumenta-me esta fé em Ti que és Amor; Amor sem limites…
Que você viveu medo, angústia, solidão mas,
que apesar de tudo, você continuou,
você continuou transmitindo o Evangelho do Amor
com todas as suas consequências.

Aumenta-me esta fé para continuar te ouvindo
não só na Palavra, na Eucaristia, nos sacramentos…
mas também nas pessoas:
com as quais eu vivo, com as quais compartilho minha fé,
aquela com quem trabalho, aquela que encontro na rua…

Aumenta-me esta fé para saber viver em paz e esperança
os dias felizes e tristes,
os dias sem problemas e com dificuldades,
na companhia e na solidão.

Senhor, obrigada pela fé que você me deu.