«Coragem! Sou eu. Não tenham medo!»
(Mt 14, 27)

«Coragem! Sou eu. Não tenham medo!»
(Mt 14, 27)

Nossa sociedade depende, provavelmente muito mais do que podemos imaginar, do trabalho árduo das pessoas do mar e de suas famílias, que precisam enfrentar não apenas os perigos da natureza – tempestades, furacões… – mas também ameaças, como dos piratas. O Papa Francisco resume muito claramente a importância do trabalho de marinheiros e pescadores: «Sem os trabalhadores do mar, a economia iria parar”.
«A vida do marinheiro, do pescador e das suas famílias é muito dura.
Às vezes, está marcada pelo trabalho forçado ou pelo abandonado em portos distantes.
A concorrência da pesca industria e a poluição tornam o seu trabalho ainda mais complicado.
Sem os trabalhadores do mar, muitas partes do mundo passariam fome.
Rezemos por todas as pessoas que trabalham e vivem do mar, entre eles os marinheiros, os pescadores e suas famílias.”
O Vídeo do Papa difunde todo mês as intenções de oração do Santo Padre pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja.

Senhor, tu me dizes que escute Jesus, mas não dizes isso por um imperativo de «mandato», mas pelo melhor conselho que o Pai pode me dar com carinho.
Tu me ajudaste a ver a na Vida dele, tua Vida; em sua Palabra, tua Palabra…
Então: o que vou dizer? O que vou fazer?
Aqui estou! Sou todo ouvidos!
Jesus lhes disse: «Eles não precisam ir embora. Vocês é que têm de lhes dar de comer».
(Mt 14, 16)

«O Reino do Céu é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra, e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens, e compra esse campo».
(Mt 13, 44)

Os empregados procuraram o dono e lhe disseram: «Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?… Queres que arranquemos o joio?» O dono respondeu: «Não. Pode acontecer que, arrancando o joio, vocês arranquem também o trigo».
(Mt 13, 27-29)

Quando leio o texto de Mt 13, 1-23, posso cair na tentação de não refletir sobre o que significa, porque a explicação já está lá. Também posso pensar um pouco no meu compromisso que estou assumindo – muito mais se for do tipo de catequesis – e ver se plantei algo em boas condições ou, como costumamos dizer, semeamos e outros colherão nossa colheita, para não ficar obcecado com os frutos que sairão do nosso esforço, mas faça-o desinteressadamente. Mas desta vez eu vi isso de outro ângulo. Não apenas semeamos, mas também estamos sendo semeados e sempre o seremos.
Ao estar uns dias de oração, as leituras que eu já havia lido muitas vezes, não penetraram tanto em mim como aconteceu comigo neste momento, ou seja, dependendo de como a terra está – neste caso, eu – e do clima meteorológico – situação social, o que estou vivendo com o meu entorno – a colheita dará frutos.

No momento, existem coisas que, por mais que as escutemos, elas não nos dizem nada, não nos interessam e como costumamos expressar: elas entram por um ouvido e saem pelo outro.
Outras vezes, o que ouvimos parece importante para nós, nós o memorizamos mas, diante de tantas outras palavras que ouvimos, à medida que o tempo passa, esquecemos e de isso fica nada.
Também usamos a palavra “digerir” quando aprofundamos a Palavra e queremos torná-la nossa. Mas como em toda digestão, quando é confrontado com situações complicadas, se não o «digerimos bem», se não o entendemos corretamente, o processo se torna pesado e acabamos «vomitando», não termina de penetrar em nosso organismo, em nossa vida.
Mas há momentos em que a Palavra vai ao coração e a faz bater adequadamente, mesmo em momentos adversos. Isso sim que dá frutos na minha vida, porque me move, me dá vida, me mobiliza na totalidade, mesmo em plena dificuldade.
Que o Senhor me ajude a crescer em escuta profunda, para que cada vez sua Palavra chegue ao meu coração e ao de muitas outras pessoas que desejam ouvir com atenção.
Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galiléia. Numerosas multidões se reuniram em volta dele. Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé na praia.
(Mt 13, 1-2)

O ritmo de vida, tantas vezes, frenético que levamos, atrapalha nossa vida familiar. É uma situação muito importante. Porque ninguém – nem nós, como indivíduos, nem a sociedade – pode prescindir das famílias. Ainda mais neste momento de crise que estamos enfrentando. Como diz o Papa Francisco, “as famílias não são um problema, são sobretudo uma oportunidade».
«A família tem que ser protegida.
São muitos os perigos enfrentados por ela: o ritmo de vida, o stress…
Às vezes, os pais esquecem-se de brincar com os filhos.
A Igreja tem que animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades.
Rezemos para que as famílias no mundo de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho. E, de modo especial, que sejam protegidas pelos Estados.”
«Venham para mim todos vocês que estão cansados de carregar com o peso de sue fardo, e eu lhes darei descanso. Carreguem a minha carga e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso nas suas vidas».
(Mt 11, 28-29)

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