Começo com algumas perguntas que me vêm à mente ao ler o prólogo do Evangelho de João: Como expressar o inexpressÔvel? Como apresentar a existência do Criador e Sua Encarnação? Ao mesmo tempo, como expressar nessas poucas frases as diversas reações das pessoas: crer nele ou não?

O que fica claro Ć© que somos livres para crer nEle ou nĆ£o, sem esquecer que aqueles que tĆŖm a graƧa da fĆ© possuem uma forƧa – nĆ£o gosto particularmente da palavra Ā«poderĀ» por causa de como ela pode ser interpretada – que nos ajuda a viver cada dia de forma diferente: a viver com profundidade, nĆ£o superficialmente; a dar sentido Ć vida; a nos permitir crescer no amor e em tudo o que ele implica…
Ser filhos e filhas de Deus nos faz pensar no Pai: no que Ele nos ensina, no amor recĆproco que experimentamos graƧas a Ele, em Sua misericórdia.
Reconheço que repito certas coisas, e isso porque elas são fundamentais, pelo menos para mim.
à por isso que quero recebê-Lo em minha casa todos os dias. Quero conhecê-Lo e reconhecê-Lo. Quero viver, com a Sua graça, o compromisso de ser filha de Deus, Sua filha.






